Rodrigo Núñez

Empilháveis IV

“Equilíbrio” Desde que comecei a fazer cerâmica, uma de minhas constantes buscas formais foi a investigação pelo equilíbrio. A partir da diminuição de pontos de contato com a base busco a leveza diminuindo  ao máximo, o  contato do objeto com seu suporte.

Desta maneira, uma das tarefas mais ingratas é conseguir o equilíbrio do objeto pelo simples fato de ele não ficar em pé. Neste trabalho, brinco justamente com isso, colocando um objeto sobre o outro e jogando com a noção de instabilidade.

Ficha Técnica

Cerâmica

70cm x 50 x 50 cm

2010

 

Rodrigo Núñez (Porto Alegre/RS – 1970). Tem toda a sua formação artística no Instituto de Artes da UFRGS, sendo o Bacharelado em Artes Visuais com ênfase em Cerâmica e o mestrado em Poéticas Visuais. Apresenta sua produção artística em cerâmica, desenho, pintura e fotografia. É professor de cerâmica na mesma universidade e integra o coletivo Bando de Barro (www.bandodebarro.blogspot.com). É chefe do Departamento de Artes Visuais da UFRGS. Com mais de trinta mostras coletivas entre 1998 e 2011, dentre elas: Essa Poa é Boa – Colunas; Cidades de Érico Veríssimo; Total presença: desenho; Dualidades; Bando de Barro Invade; Eu sou você; 3° Salão nacional de cerâmica; Draw Drawing II e Brazilian Art Expo Canadá 98; e três individuais: 101 Desenhos, Caminho das Rosas e A Cor dos Sonhos. Todas exposições entre Brasil, Canadá, Argentina e Inglaterra. Apresenta ainda obras no acervo do Museu de Arte do Rio Grande do Sul (MARGS). Ganhou o Prêmio Açorianos, destaque Cerâmica, em 2008.

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Maristela Winck

Empilhávies IV

Livro – “Palimpsesto Nº 2”.

Enquanto o tempo passa, percorre nossos espaços, visita nossos lugares mais intimistas, deixando vestígios nas paredes, nos objetos, nos papéis, nas fotografias e traz-nos pingos de alegrias e de dores.  São marcas deixadas em nossa memória por nossas vivências, sonhos realizados ou ilusões desfeitas. E o tempo passa, ajudando a construir nossa história, revistada e reconstruída pela nossa memória através do olhar sobre as fotografias, álbuns de família, documentos, livros…

Ao percorrermos esses espaços, assinalados por esse impiedoso tempo, encontramos as marcas de identidade de cada ser. Em cada lugar, em cada espaço, em cada objeto fica registrado um pouco de nós mesmos.

Palimpsesto 2 é um Objeto/ Livro de Artista em acrílico transparente onde cada página em placas de acrílico cristal transparente, tamanho 30cm x 30cm x 0,4cm são escritas em letras cursivas na cor prata e são agrupadas ou empilhadas umas sobre as outras a uma distância de 0,6 cm formando um livro que vai gradualmente aumentando suas páginas à medida que a pesquisa sobre o tema tempo/ passagem do tempo se desenvolve.

 

Atualmente conta com 8 páginas, 9 cm de altura. O livro lembra um palimpsesto porque as escritas são realizadas sobre as placas transparentes, mostrando sempre vestígios das escrituras anteriores. Remete aos antigos livros em pergaminho antes da descoberta da imprensa. Hoje, além da imprensa, contamos com livros totalmente virtuais.

 

Ficha Técnica

Objeto/ Livro de Artista

acrílico transparente

9cm x 30cm x 30cm

2010/2011

 

Maristela Winck (Pato Branco – PR, 1951). Trabalha com fotografia, objetos e instalações. É Licenciada em Letras, pós-graduada em Poéticas Visuais – ênfase em Fotografia, Gravura e Imagem Digital, pela Feevale, NH. Realizou as Individuais: em 2010, “Palimpsesto”, no Porão do Paço Municipal de Porto Alegre – RS e “Rituais”, na Galeria Iberê Camargo, da SMC de Porto Alegre, em 2008. Em 2005, “A Santa Ceia”, no Museu de Arte de Santa Catarina – MASC, Florianópolis – SC. Participou de coletivas, dentre elas em 2010, “Do Atelier ao Cubo Branco”, no MARGS, Porto Alegre – RS. Recebeu prêmios, dentre eles: Prêmio Porto Seguro de Fotografia/2008, Pesquisas Contemporâneas – Prêmio Aquisição, São Paulo – SP. Em 2007, Menção Honrosa, no Primeiro Salão de Arte 10×10, Fundarte, Montenegro – RS e, em 2006, 17º Salão de Artes Plásticas da Câmara Municipal de Porto Alegre – RS.

Marcelo Armani

Empilháveis IV

 “TranS(obre)por” é uma instalação sonora desenvolvida pelo artista que consiste em criar no local da exposição obras sonoras e visuais. Durante sete dias, o artista fará saídas de campo, onde irá coletar fragmentos sonoros do próprio local e de suas proximidades, utilizando um estúdio portátil e microfone de contato e condensador. Estas captações serão levadas até a sala de exposição e ali o artista fará o trabalho de edição e posteriormente a reprodução deste material na sala. A cada dia, novas captações e novas composições serão sobrepostas a já existente, gerando novas faixas, ao passo que o trabalho evolui. A obra final será formada pelo resultado visual de objetos que foram coletados pelo artista e pela reprodução da/das composições criadas com o encadeamento destes fragmentos sonoros. Será uma “composição musical” que colocará em dialogo a multiplicidade sonora destes eventos que foram captados instintivamente e regidos aleatoriamente. Este fato confere à obra uma singularidade única do espaço-tempo sonoro que ali existiu e que fora registrado justamente naquele momento e que, por questões aleatórias, jamais se repetirão. É como se a cada dia desenhássemos uma nova linha, sem saber a direção que traçaremos a próxima.

 

Ficha Técnica

“TranS(obre)por”

Instalação Sonora em Processo

2011

 

Marcelo Armani (Carlos Barbosa – RS, 1978). Artista Sonoro, Músico improvisador e Engenheiro Mecânico. Cursou Licenciatura em Música no IPA Metodista em Porto Alegre. Reside em Porto Alegre, ministra oficinas de improvisação musical e desenvolve pesquisas de novas formas e fontes sonoras, utilizando instrumentos de percussão, materiais de distintas características físicas e processamentos em tempo real. Atualmente trabalha em seu novo projeto Áudio/Visual intitulado Instante Co-habitável. Realizou vários trabalhos e apresentações, dentre eles os mais atuais, em 2011: Performance Musical, abertura da Casa M (8º Bienal do Mercosul), Porto Alegre – RS; Ciclo Instantes Sonoros, Domus Artis, Buenos Aires, Argentina; Auditório da Livraria Cultura, Porto Alegre – RS; Apresentações com o quarteto de músicos improvisadores Cuarteto Renuevo (Brasil e Argentina), Santiago e Valparaiso, Chile; Exposição “Memória Suspensa”, na Galeria do DMAE, Porto Alegre – RS; Exposição “Arte em Xeque”, no Atelier de Arte Plano B, Porto Alegre – RS. Ainda em 2011 o artista aguarda pelo lançamento do seu terceiro álbum pela gravadora Luscinia Discos, Granada, Espanha. Do seu quarto trabalho pela gravadora More Mars, Grécia e participará da coletânea de comemoração de 10 anos da gravadora independente Micróbio Biodata, Venezuela.

 

wordpress: instantecohabitavel.wordpress.com

iTEIA: http://www.iteia.org.br/marceloarmani

soundclound: http://soundcloud.com/m-armani

vimeo: http://vimeo.com/marceloarmani

youtube: http://www.youtube.com/user/marceloarmani

Mara Radé

Empilháveis IV

“EU/Eu” é um vídeo que mostra cenas sobrepostas em transparências, onde o ritmo é acentuado por velocidades contrárias, um lento e outro rápido de imagens obtidas por câmera fotográfica de ruas, de pessoas, de carros e de objetos do cotidiano, móveis e imóveis. O vídeo é composto de três partes, as quais são divididas por duas pausas representadas pela tela totalmente preta. A primeira parte é apresentada por dois temas: de coisas necessárias e muito comuns do uso do ser no dia-a-dia somada às ruas, às pessoas, os carros, os prédios e os objetos em movimento ou não do espaço/tempo da vida. Num segundo momento, após a pausa, simbolizando um silêncio, numa analogia à pausa musical, os temas fazem um contraponto, dialogam entre si, isto é, às vezes muito rápido e às vezes lentamente. Sonoramente se distingue o ritmo lento e o ritmo rápido. É o tempo onde os temas se entrecruzam, conversam entre si, na tentativa de uma comunicação e de interação mútua, exatamente como a vida é, quando duas ou mais pessoas dialogam. Para finalizar, uma nova pausa e, como a coda da forma musical Sonata, cada tema, o lento e o rápido, se acomodam, se exibem num tempo bem curto, sintetizando ou mostrando aquilo que é o principal, a essência visual e sonora de cada um.

 

Ficha Técnica

“EU/Eu”

Vídeo 20’26’’

2011

 

Currículo

Mara Radé (Bagé – RS, 1950) Artista Plástica, Pós Graduada em Artes Visuais: gravura, fotografia e imagem digital  – Feevale/Novo Hamburgo, RS  e graduada em Licenciatura / Educação Artística: Habilitação : desenho e artes plásticas, pela ULBRA. Participa do Atelier Livre da Prefeitura de Porto Alegre desde 1981, onde fez cursos como o de Novas Tecnologias na Arte e Livro de Artista. Realizou as exposições individuais, em 2010, “O Labirinto e a Pérola: Imagens Digitais”, no Porão do Paço Municipal, na Prefeitura Municipal de Porto Alegre – RS. Em 2008, “O Labirinto e a Pérola”, Espaço Cultural do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), Porto Alegre – RS. Em 2004 e 2003, “O Labirinto e a Pérola: Pinturas e Desenhos”, Câmara Municipal de Porto Alegre – RS. Em 2001, “Mulheres”, no Espaço Cultural Yázigi, Canoas, RS. Em 2000, “Pinturas”, no Espaço Cultural Yázigi, Canoas – RS. Dentre as coletivas: em 2010, “Construções” – III Bienal B, no Atelier Livre, Porto Alegre – RS. Em 2008, “Colcha de Retalhos”, na Itália; “Arte+Arte Livre Associação”, Galeria Xico Stockinger, na C. C. Mário Quintana, Porto Alegre – RS; “Brasileiríssimas 2”, no Centro Cultural CEEE Érico Veríssimo, Porto Alegre – RS. Em 2007, IV Rassegna Internazionale de “Il Libro D’artista”, IV Bienal del “Libro d’Artista” , Cartacanta, Civitanova, Itália; “V Salão de Artes Plásticas”, em Tapes – RS;  “REVIvendo o Centro de Porto Alegre”, na Usina do Gasômetro, Porto Alegre – RS; “Arte+Arte Em Nome da Terra”, Galeria Xico Stockinger CCMQ, Porto Alegre – RS. Participo de mostras nacionais e internacionais de Arte Postal.

Lorena Steiner

Empilháveis IV

 “Tijolos”: Para imprimir utilizo o tijolo real como molde. Este é um trabalho que provem da gravura tradicional para transgredir os meios. Dispensa a preocupação com a maneira de expor porque eles se adaptam em qualquer espaço e podem ir para a parede ou, simplesmente, ficarem no chão sem solicitarem ou imporem um lugar especial. Desta forma “tijolos em volume” é um duplo e não se preocupa com essas formalidades. Repetidos assimilam  e aceitam quaisquer composições que lhe forem sugeridas. É um simulacro e por isso destitui a sua utilidade real conhecida.

Ficha Técnica

“Tijolos”

30 tijolos: 6cm x 12cm x 24cm

papel machê e terra

2005

 

Lorena Steiner (Canoas – RS, 1946). Artista Plástica é Pós-Graduada em Poéticas Visuais – Gravura, Fotografia e imagem Digital pelo Instituto de Ciências Humanas, Letras e Artes do Centro Universitário Feevale – Novo Hamburgo –RS; Pós-Graduada em Orientação Educacional – Faculdades Porto Alegrense e Graduada em Pedagogia – Universidade La Salle – Canoas -RS. Realizou as exposições individuais, em 2008: “EX-PAÇO”, no Paço Municipal de Porto Alegre/RS e na Galeria Modernidade, Novo Hamburgo  -RS. Em 2005, “Entre a Gravura e a Pintura, uma Poética com a Terra”, na ULBRA, Canoas/RS. Em 2004, “Fios no Plano”, na Galeria Gravura, Porto Alegre  -RS. Em 2003 e 2002, “Terras de Canoas”, na ULBRA, Canoas -RS. Participou das exposições coletivas: em 2008, “MINIART”, Buenos Aires/Argentina; em 2007, “O Pátio, a escada e o sótão”, Bienal B, Instituto dos Arquitetos do Brasil – IAB/RS, Porto Alegre – RS; “Essa Poa é Boa”, Grupo Navegantes, Porto Alegre- RS; “Reconstruções – Ena Lautert”, no Museu de Arte do Rio Grande do Sul – MARGS, Porto Alegre – RS. Em 2006, “Projeto Percurso”, no Museu de Arte do Rio Grande do Sul – MARGS, Porto Alegre – RS. Em 2005, Exposição dos Formandos de Pós-Graduação em Poéticas Visuais – Gravura, Fotografia e Imagem Digital, na Pinacoteca Feevale, Campus I, Novo Hamburgo – RS. Em 2004, “Varal das Artes”, Associação Riograndense de Artes Plásticas Francisco Lisboa, na Galeria Modernidade, Novo Hamburgo – RS; “Oito e Oitenta”, na Galeria Xico Stockinger, Casa de Cultura Mário Quintana, Porto Alegre – RS; “Paraguas Intervenidos”, no Museu de Ciência e Tecnologia da PUC-RS, Porto Alegre – RS. Em 2003, “ARTE+ARTE”, Associação Riograndense de Artes Plásticas Francisco Lisboa, no Museu de Comunicação Hipólito José da Costa, Porto Alegre –RS e “Porto Alegre em Foco”, Mostra Paralela à 4ª Bienal do Mercosul, na Pinacoteca Barão do Santo Ângelo, Instituto de Artes da UFRGS, Porto Alegre – RS. Em 2002, “VII Circuito Internacional de Arte Brasileira”, realizado pelo College Arte, Departamento Cultural Uberlândia – Minas Gerais/MG, em Londres, Madri, Lisboa e Atenas.

Leonardo Fanzelau

Empilháveis IV

“Ovo Brancusi” é uma reconfiguração da “Coluna sem fim” de Constantin Brancusi e a décima primeira obra de uma série iniciada com Ovo de Lascaux, seguida de citações a artistas/obras referencias da história da arte. Pelo buraco do Ovo de Lascaux é possível descobrir, gravado na parede interna do ovo, um dos animais da caverna. Trata-se de uma hipotética origem ovípara da arte, já que Lascaux define o primeiro capítulo dos livros didáticos de história da arte. A partir desta obra, surgiram as demais, sempre buscando relacionar as obras citadas com o ovo, matéria-prima recorrente de meus trabalhos.

 

Ficha Técnica

objeto – acrílico, compensado, ovo

70 x 22 x 22 cm

2011

 

Leonardo Fanzelau (Porto Alegre – RS, 1983). Formado em Artes Visuais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2008), com o projeto Passatempos Ocasionais, sob orientação da Profª. Dra. Mônica Zielinsky. Foi indicado duas vezes ao Prêmio Açorianos de Artes Plásticas, como destaque em escultura: em 2009 pela exposição individual Playground, na Galeria Iberê Camargo do Gasômetro – Porto Alegre, e em 2010 pela exposição Arte Como Questão, por ocasião do X Concurso de Artes Plásticas Contemporâneas do Goethe-Institut Porto Alegre. Sua primeira exposição foi como selecionado do 18º Salão Jovem Artista (2004), salão do qual participou também da vigésima edição (2008). Foi selecionado também em outros salões de arte, dentre os quais se destacam: 39º Salão de Arte Contemporânea Luiz Sacilotto [Santo André/SP], 2° Salão Fundarte/Sesc de Arte 10×10 [Montenegro/RS], 15° Salão UNAMA de Pequenos Formatos [Belém/PA], 18° Salão de Artes Plásticas Câmara Municipal [Porto Alegre/RS], 13° Salão dos Novos [Joinville/SC], 6° Salão Nacional de Arte [Jataí/GO] e VII Salão Elke Hering [Blumenau/SC]. No teatro, fez cenário de dois espetáculos da vai!ciadeteatro: PARASITAS é resultado de concurso promovido pela Secretaria Municipal da Cultura – PMPA em parceria com o Goethe-Institut Porto Alegre; e AGORA EU ERA é o primeiro espetáculo da Cia, contemplado com o Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz 2009.

Lílian Gomes

Empilháveis IV

“Fortaleza”, fotografias de lugares em abandono, focando portas e janelas cerradas com tapumes, tijolos e grades de proteção, apesar de estarem desocupadas. Estes espaços (não-lugares) possuíram uma história, foram abrigo, mas agora são fortalezas que não servem mais ao homem, mas sim protegem-se dele.

 

Ficha Técnica

Fotografias

30cm x 40cm

2011

 

Lílian Gomes (Porto Alegre – RS, 1984). É fotógrafa e artista plástica. Bacharel em  Artes Plásticas, com ênfase em Fotografia, pela UFRGS e Licenciatura em Artes Plásticas, na mesma instituição. Realizou as exposições individuais em 2010 “Lugares em Transição”, no Paço Municipal de Porto Alegre; em 2009, “Decomposição: Tempo Lugar e suas Marcas II”, no Espaço T – Tereza Franco na Câmara Municipal de Porto Alegre; em 2008, “Decomposição: Tempo, Lugar e suas Marcas”, no Museu da UFRGS. Participou de várias coletivas, dentre elas em 2011, “IV Convocatória”, no Atelier de Arte Plano B, Porto Alegre e Fevalle – Novo Hamburgo; em 2010, “Je le sais par coeur, Eu sei de cor, eu sei de coração”, na La Galerie Alliance Française, Porto Alegre – RS; “Arte+Arte Ensaios Contemporâneos”, na Galeria Xico Stockinger e MAC – CCMQ, Porto Alegre – RS; “O Lugar que o Corpo Ocupa”; na Biblioteca Municipal Orlando Ribeiro, Lisboa – Portugal. Em 2009, “Esphera Miniatura”, no Filo – café, Petín – Galiza Espanha; “Reflexos Contemporâneos A Paisagem e o Objeto”, no Espaço Cultural Chico Lisboa, Travessa dos Venezianos; “Esphera”, Galerie Allinace Française, Bienal B. Em 2008, “HYSTÉRA”, na Galeria de Arte do DMAE, Porto Alegre,-,RS; “II Convocatória”, no Atelier de Arte Plano B, Porto Alegre e Fevalle – Novo Hamburgo. Em 2007: “Plataforma 2007-2: Projetos de graduação em Artes Plásticas”, na Pinacoteca Barão de Santo Ângelo – IA/UFRGS e “Recortes Exposição Formandos 2007/2”, no Instituto de Artes UFRGS e na Galeria Augusto Meyer – CCMQ, Porto Alegre – RS; Bienal B – Grupo Grão de Fotografia, Intervenção Fotográfica, Porto Alegre – RS; “6º vaga-lume: mostra de vídeo experimental”, do Instituto de Artes UFRGS, Pinacoteca Barão de Santo Ângelo – IA/UFRGS. Em 2005, “CEUACA 71 Anos”, Grupo Grão de Fotografia, na Galeria Virgílio Calegari, na Casa de Cultura Mário Quintana, Porto Alegre – RS. Participou também dos Salões em 2009: “15º Salão UNAMA de Pequenos Formatos”, Galeria Graça Landeira – Belém-PA, e do “V Salão de Artes Plásticas de Suzano”, Centro de Educação e Cultura Francisco Carlos Moriconi  – Suzano-SP. Recebeu prêmio no “18° Salão de Artes Plásticas da Câmara Municipal de Porto Alegre”, Prêmio Incentivo à Criatividade, em 2008.

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